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	<title>REPENSE Blog &#187; redes sociais</title>
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	<description>Blog da Agência REPENSE</description>
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		<title>Compartilhe essa:</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 12:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Moraes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comemorando seus cinco anos, o AddThis – maior plataforma de compartilhamento online &#8211; publicou um infográfico que mostra como as pessoas compartilham conteúdo online. Confira: Sugestão do Clóvis La Pastina.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Comemorando seus cinco anos, o <a href="http://www.addthis.com/" target="_blank">AddThis </a>– maior plataforma de compartilhamento online &#8211; publicou um infográfico que mostra como as pessoas compartilham conteúdo online. Confira:</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/Estudo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1341" title="Estudo" src="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/Estudo.jpg" alt="" width="486" height="3179" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Sugestão do Clóvis La Pastina.</p>
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		<title>Esse é o brasileiro!</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 19:35:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Moraes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os jovens brasileiros de 15 a 24 anos andam conectados (e muito!) às redes sociais. 10% deles* não conseguiriam ficar sem acessar as redes e aproximadamente 10% só ficaria desconectado por um único dia. O programa preferido da garotada é o Twitter, seguido por Facebook e Orkut. É o microblog que os usuários optam quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/preferencia-redes.jpg"><img title="preferencia redes" class="size-full wp-image-1296  aligncenter" src="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/preferencia-redes.jpg" alt="" width="420" height="265" /></a></p>
<p>Os jovens brasileiros de 15 a 24 anos andam conectados (e muito!) às redes sociais. 10% deles* não conseguiriam ficar sem acessar as redes e aproximadamente 10% só ficaria desconectado por um único dia. O programa preferido da garotada é o Twitter, seguido por Facebook e Orkut. É o microblog que os usuários optam quando querem se relacionar, inclusive com as marcas e empresas. Ele é usado para buscar notícias, postar mensagens públicas, compartilhar conteúdo, indicar links ou mesmo participar de promoções.</p>
<p>A idade interfere no perfil de acesso – usuários entre 19 e 24 anos utilizam o Facebook e os mais jovens usam o Orkut. O local onde os dois grupos mais acessam as redes é a própria casa (com o aumento do acesso à internet no celular, esses dados devem provavelmente mudar daqui a pouco tempo!), e o tempo de navegação ultrapassa três horas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/pesquisa-redes-sociais.jpg"><img title="pesquisa redes sociais" class="aligncenter size-full wp-image-1297" src="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/pesquisa-redes-sociais.jpg" alt="" width="323" height="203" /></a></p>
<p>Os dados acima revelados fazem parte da matéria “O perfil do jovem brasileiro nas redes sociais” do repensador Gil Giardelli publicada no portal HSM. Confira a matéria <a href="http://www.gilgiardelli.com.br/blog/2011/09/22/o-perfil-do-jovem-brasileiro-nas-redes-sociais/" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
<p>Veja a pesquisa “Redes Sociais” na íntegra, <a href="http://issuu.com/njovem/docs/sondagemredessociais?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true" target="_blank">clicando aqui.</a></p>
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		<title>Classifique suas relações</title>
		<link>http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/classifique-suas-relacoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 19:34:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Moraes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A matéria publicada pela BBC “Amigos ou conhecidos? Google+ levanta debate sobre relações humanas” questiona, com o surgimento da rede social Google+, o conceito de amigo. Indivíduos são classificados de forma mais específica pelo novo programa, o que faz com que o usuário reflita sobre a relação que tem com as pessoas. Segundo a matéria, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/07/110721_google_amigos_ji.shtml" target="_blank"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1142" title="110714134400_sp_google_plus_304x171_bbc_nocredit" src="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/110714134400_sp_google_plus_304x171_bbc_nocredit-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>A matéria publicada pela BBC “Amigos ou conhecidos? Google+ levanta debate sobre relações humanas” questiona, com o surgimento da rede social Google+, o conceito de amigo. Indivíduos são classificados de forma mais específica pelo novo programa, o que faz com que o usuário reflita sobre a relação que tem com as pessoas.</p>
<p>Segundo a matéria, a principal novidade do Google+ é que o site estabelece que os usuários arrumem seus contatos por categorias diferentes, em &#8220;círculos&#8221;, com classificações como amigos, família, conhecidos ou qualquer outra seleção.</p>
<p>O ponto, no entanto, é se há relevância em fazer tal distinção. Jeff Jarvis, que entrevistou Mark Zuckerberg para seu futuro livro, alega que o autor do Facebook, por exemplo, optou por não fazer classificações quando criou a rede social mais famosa do mundo. Zuckerberg acredita que as pessoas têm uma identidade autêntica, e por essa razão não há necessidade de agrupar em várias personas diferentes. Jarvis explica: “essencialmente, nossas personas do trabalho, de casa, sociais e familiares são apenas uma. Se você encontrar com seu advogado no supermercado no fim de semana, ele provavelmente estará usando shorts e estará com seu filho. Ele é uma pessoa completa, não apenas a pessoa que você conhece do trabalho”.</p>
<p>A matéria segue contando a opinião de diferentes usuários sobre o conceito &#8216;amigo&#8217; e termina concluindo que o SMS enviado pelos celulares talvez seja, segundo Dunbar, professor de antropologia evolutiva da universidade de Oxford, o atual nicho de intimidade real, não as redes sociais. “Pesquisas realizadas por um de seus estudantes de pós-doutorado com 30 estudantes em Sheffield mostraram que 85% dos SMSs enviados iam para uma ou duas pessoas – quase sempre namorado ou namorada ou para o melhor amigo. Isso mostra que há coisas que queremos dividir apenas com as pessoas mais queridas e próximas”, diz ele.</p>
<p><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/07/110721_google_amigos_ji.shtml" target="_blank">Confira a matéria na íntegra</a>.</p>
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		<title>Twitter mais poderoso do mundo</title>
		<link>http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/twitter-mais-poderoso-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 18:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Moraes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornal americano New York Times publicou ontem um ranking mundial com os perfis de Twitter mais poderosos do mundo. Para surpresa geral, o posto de mais influente foi dado para Rafinha Bastos (@rafinhabastos), o comediante brasileiro que apresenta o programa CQC da TV Bandeirantes! Desbancando tops como Lady Gaga e Barack Obama, Rafinha Bastos não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-907 alignnone" title="newstat-bar-custom2" src="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/newstat-bar-custom2-300x113.png" alt="" width="300" height="113" />O jornal americano <a href="http://6thfloor.blogs.nytimes.com/2011/03/24/a-better-way-to-measure-twitter-influence/" target="_blank">New York Times publicou </a>ontem um ranking mundial com os perfis de Twitter mais poderosos do mundo. Para surpresa geral, o posto de mais influente foi dado para <strong>Rafinha Bastos</strong> (<a href="http://twitter.com/#!/rafinhabastos" target="_blank">@rafinhabastos</a>), o comediante brasileiro que apresenta o programa CQC da TV Bandeirantes!</p>
<p>Desbancando tops como Lady Gaga e Barack Obama, Rafinha Bastos não tem necessariamente o maior número de seguidores, como explica a matéria do jornal americano, mas foi selecionado por ser o usuário com maior influência sobre outros. A lista foi desenvolvida pela empresa de consultoria Twitalyzer, e mede, além do número de seguidores, quantas vezes o nome de alguém é citado ou retuitado no microblog. Os posts do comediante são os de maior repercussão na rede.  </p>
<p>Ter um brasileiro no topo da lista apresentada pelo New York Times é interessante, porque mostra como nós, brasileiros, estamos presentes e antenados nas redes sociais.  Vale mencionar, no entanto, que o Twitter permite aos seus usuários postar qualquer assunto, mesmo que o conteúdo não seja necessariamente relevante&#8230;</p>
<p> O restante da lista é preenchido por americanos e ingleses e o décimo lugar é novamente ocupado por um brasileiro, o apresentador de TV Luciano Huck (<a href="http://twitter.com/huckluciano" target="_blank">@huckluciano</a>)!</p>
<p>Confira a lista completa e a matéria do <a href="http://6thfloor.blogs.nytimes.com/2011/03/24/a-better-way-to-measure-twitter-influence/" target="_blank">New York Times</a></p>
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		<title>Faber Castell no Meio &amp; Mensagem</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 21:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Moraes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Faber Castell saiu no Meio &#38; Mensagem no dia 31 de janeiro com a reportagem “Jovens na ponta do lápis”. A matéria conta um pouquinho sobre a história da empresa, seu posicionamento, e a nova campanha da marca, criada pela Repense.  Segue um perfil geral, para quem ainda não leu a matéria: A Faber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/fabercastell.jpg"><img class="size-medium wp-image-826 aligncenter" title="fabercastell" src="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/fabercastell-300x234.jpg" alt="" width="300" height="234" /></a></p>
<p style="text-align: left;">A Faber Castell saiu no Meio &amp; Mensagem no dia 31 de janeiro com a reportagem “Jovens na ponta do lápis”. A matéria conta um pouquinho sobre a história da empresa, seu posicionamento, e a nova campanha da marca, criada pela Repense.</p>
<p> Segue um perfil geral, para quem ainda não leu a matéria:</p>
<p>A Faber Castell completa 250 anos em 2011 e o Brasil terá papel importante nas comemorações, que começam a partir de julho.</p>
<p>O presidente da empresa, o conde Anton Wolfgang von Faber-Castell (oitava geração da família que criou o negócio na Alemanha) visitará o país, que responde por 40% do faturamento global e onde a Faber Castell atua há 81 anos.</p>
<p>Parte desse faturamento é por conta do carro-chefe da empresa o ‘ecolápis’, produto que o Brasil é considerado o maior fabricante do mundo, com 1,8 bilhão.</p>
<p>A empresa, que se posiciona como ‘uma empresa para a vida toda’ sentiu este ano a necessidade de trabalhar mais o consumidor jovem e para isso foram criados pela Repense aplicativos para o Facebook.</p>
<p>São quatro aplicativos, entre eles um para as pessoas divulgarem suas metas para 2011, e um ‘quiz’ sobre a história do lápis grafite relacionada com os 250 anos da empresa. Essa é a primeira grande investida da Faber Castell nas redes sociais.</p>
<p>A Repense Digital também é responsável por monitorar e alimentar conteúdo da empresa no Twitter e Facebook.</p>
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		<title>Solidariedade em rede</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 13:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Moraes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Meio &#38; Mensagem publicou no dia 24 de janeiro a matéria “Solidariedade em rede&#8221;: uso de novas mídias em processos de captação de recursos e mobilização em nome de uma causa levam modernidade à atuação de entidades, empresas e organizações. A reportagem conta como uso de novas mídias como celular, games e redes sociais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/redes_sociais.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-819" title="Networking" src="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/redes_sociais-300x200.jpg" alt="" width="253" height="144" /></a></p>
<p>O <em>Meio &amp; Mensagem</em> publicou no dia 24 de janeiro a matéria<strong> “Solidariedade em rede&#8221;: uso de novas mídias em processos de captação de recursos e mobilização em nome de uma causa levam modernidade à atuação de entidades, empresas e organizações.</strong></p>
<p>A reportagem conta como uso de novas mídias como celular, games e redes sociais têm facilitado atos de solidariedade e mobilização a tomarem grandes proporções, como aconteceu nas enchentes da região serrana do Rio de Janeiro.</p>
<p>Práticas e imediatas, essas mídias sociais foram usadas pela população e por órgãos oficiais, que as aproveitaram para atualizar informações das áreas atingidas, fornecerem mapas de postos de coletas e doações, além de tirar dúvidas.</p>
<p>A matéria conta ainda como tem se tornado cada vez mais comum o uso de mídias sociais por organizações sem fins lucrativos, como uma forma mais moderna e criativa de chamar a atenção de pessoas.</p>
<p>Segundo a entrevistada pelo <em>Meio &amp; Mensagem</em> Lucimara Letelier, que é diretora da consultoria Management Center Brasil, o uso desses canais para captação de recursos é bastante comum em países desenvolvidos e deve se expandir por aqui nos próximos anos. Ela acrescenta: “O que as pessoas que estão dispostas a ajudar procuram é praticidade, transparência, contato permanente e tangibilidade, além de querer agir em comunidade e se mostrar envolvidas com as causas urgentes e sociais”.</p>
<p>Além de dar vazão às causas sociais, o uso de mídias digitais está fazendo diminuir ruídos que sempre permearam as relações entre ONGs e o marketing.</p>
<p>Leia a matéria na íntegra em <a href="http://meioemensagem.ideavalley.com.br/flip/" target="_blank">http://meioemensagem.ideavalley.com.br/flip/</a>, na seção: DIGITAL.</p>
<p>imagem retirada de: Sitefree/redes sociais de nicho</p>
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		<title>E-mail é quase coisa do passado</title>
		<link>http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/e-mail-e-quase-coisa-do-passado/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 18:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Moraes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Meio &#38; Mensagem publicou uma matéria sobre o destino dos emails e sua substituição por mídias sociais. Vale conferir para estar sempre ‘antenado’ nas tendências: Redes sociais começam a minar uso do email Pesquisa da comScore mostra que o uso de mensagens eletrônicas vem diminuindo Considerado uma das maiores revoluções trazidas pela internet, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/gr_redesociais_email_nota.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/gr_redesociais_email_nota.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-814" title="gr_redesociais_email_nota" src="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/gr_redesociais_email_nota-300x164.jpg" alt="" width="270" height="119" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O Meio &amp; Mensagem publicou uma matéria sobre o destino dos emails e sua substituição por mídias sociais. Vale conferir para estar sempre ‘antenado’ nas tendências:</p>
<p><strong><a href="http://mmonline.com.br/noticias.mm?url=Redes_sociais_comecam_a_minar_uso_do_email" target="_blank">Redes sociais começam a minar uso do email</a></strong><br />
Pesquisa da comScore mostra que o uso de mensagens eletrônicas vem diminuindo</p>
<p>Considerado uma das maiores revoluções trazidas pela internet, o email vem sofrendo com a perda de interesse dos novos internautas. Um estudo realizado pela comScore nos Estados Unidos mostra que o número de usuários de sites que oferecem serviços de email, como o Gmail (Google) e Hotmail (Microsoft), vem caindo com o passar do tempo.</p>
<p>De acordo com o levantamento, no período de um ano, esses dois sites em especial perderam cerca de 6% de suas audiências, sendo que também houve uma redução de 10% no tempo gasto pelos internautas nesses endereços.</p>
<p>Enquanto isso, o número de acessos a caixas de mensagens através dos telefones celulares cresceu cerca de 36% o que, de acordo com a pesquisa, configuraria uma ameaça ao contínuo crescimento do webmail e confirmaria uma significativa e complexa mudança de hábitos de consumo digital.</p>
<p>&#8220;Hoje os internautas possuem inúmeras formas de se comunicar através da rede, sendo que podem fazê-lo por meio dos computadores, dos telefones celulares, das mensagens instantâneas ou das redes sociais. O declínio no uso do email é só uma prova dessa nova dinâmica, onde impera a comunicação sob demanda e atendida por diversas opções&#8221;, coloca Mark Donovan, vice-presidente de mobile da comScore.</p>
<p>A pesquisa constatou ainda que, enquanto os usuários mais velhos se mantêm apegados à ferramenta, os adolescentes estão trocando o email pelas redes sociais. Os números mostram que, nesse caso, a queda no uso chega a 24% em doze meses. O declínio, segundo os entrevistados pela consultoria, deve-se principalmente ao sistema de troca de mensagens.</p>
<p>Sugestão enviada pelo Fernando Alzamora</p>
<p><a href="http://mmonline.com.br/noticias.mm?url=Redes_sociais_comecam_a_minar_uso_do_email" target="_blank">Link da matéria</a></p>
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		<title>A confiança e as redes sociais</title>
		<link>http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/a-confianca-e-as-redes-sociais/</link>
		<comments>http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/a-confianca-e-as-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 13:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa da Edelman mostra que confiança das pessoas no os amigos dizem na internet sobre uma marca diminuiu pela metade em dois anos Uma mantra diz que as redes sociais são uma maneira de os anunciantes contarem histórias autênticas e críveis a seus consumidores, cuja confiança em CEO´s, membros do governo e analistas de mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Pesquisa da Edelman mostra que confiança das pessoas no os amigos dizem na internet sobre uma marca diminuiu pela metade em dois anos</em></p>
<p>Uma mantra diz que as redes sociais são uma maneira de os anunciantes contarem histórias autênticas e críveis a seus consumidores, cuja confiança em CEO´s, membros do governo e analistas de mercado está abalada. Mas de acordo com o último Barômetro da Confiança da Edelman, o número de pessoas que enxergam em seus amigos e parceiros como fontes confiáveis de informação sobre uma empresa caiu pela metade desde 2008, de 45% para apenas 25%.</p>
<p>Para Richard Edelman, presidente da Edelman, trata-se de um sinal dos tempos. “Os eventos dos últimos 18 meses assustaram as pessoas. Elas precisam ver as mensagens em lugares diferentes e a partir de diferentes pessoas, desde experts bem como empregados da empresa e amigos”, diz. “É um período de ceticismo. Então, se a companhia olha para o marketing boca-a-boca como solução, estão certas, mas ela precisa entender que esta não pode ser mais a única saída, mas sim uma parte da solução”, conclui.</p>
<p>Os consumidores estão descrentes de modo geral. A credibilidade da TV caiu 23 pontos percentuais e radio e jornais outros 20 pontos na comparação de 2008 com 2010.</p>
<p>Quando perguntadas se a informação sobre uma companhia parecia crível no caso de ela ser passada por “uma pessoa como você” (o chamado americano médio) o número caiu também. Apenas 39% acreditam que as mensagens ditas por consumidores eram confiáveis, contra 45% em 2009.</p>
<p>Por outro lado, a figura do CEO ganhou força na confiabilidade. A estratégia de levar o líder executivo para a frente da comunicação, algo feito pela General Motors com Ed Whitacre (e pela Toyota em um momento negativo de recall, com Jim Lentz) aumentou a confiança das pessoas no CEO, de 17% em 2009 para 26% neste ano. Também ganharam confiabilidade membros do governo (22% contra 27% neste ano), analistas do mercado financeiro (46% contra 52%), ONG´s (42% contra 44%) e acadêmicos (61% contra 64%).</p>
<p>Ou seja, o fato de os consumidores pararem de acreditar no que seus amigos e pessoas comuns dizem em testemunhais do produto ou empresa, há implicações significativas para anunciantes e redes sociais, bem como outras plataformas de marketing boca-a-boca.</p>
<p>Plataformas como Facebook e Twiiter permitiram às pessoas manterem círculos de associação casual mais amplos, o que pode ajudar a diluir a credibilidade das redes. Em outras palavras, quanto mais conhecidos a pessoa tem, mais difícil de confiar nele ou nela.</p>
<p><em>Matéria publicada no Meio&amp;Mensagem online.</em></p>
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		<title>Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 13:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Vasculhando pela internet encontrei um excelente manual sobre o Twitter, ferramenta que até hoje não entendi muito bem sua funcionalidade. Para que milhões de pessoas ficam a cada segundo postando seus comentários e impressões momentâneas? Como utilizá-lo em prol de uma marca? Estas e outras repostas como utilizá-lo para o negócio, para o jornalismo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vasculhando pela internet encontrei um excelente manual sobre o Twitter, ferramenta que até hoje não entendi muito bem sua funcionalidade. Para que milhões de pessoas ficam a cada segundo postando seus comentários e impressões momentâneas? Como utilizá-lo em prol de uma marca? Estas e outras repostas como utilizá-lo para o negócio, para o jornalismo e até mesmo para a política você pode conferir <a href="http://www.talk2.com.br/debate/talk-show-sobre-o-twitter/">neste manual</a> &#8211; e-livro &#8211; disponivel para <a href="http://www.talk2.com.br/debate/talk-show-sobre-o-twitter/">download</a>. O livro foi lançando ontem, dia 10/08 no <a href="http://www.talk2.com.br/">blog</a> da agência <a href="http://www.talk2.com.br/">Talk Interactive</a>.</p>
<p>Você tem algumas boas razões para baixá-lo: é de graça, em português e é interessante para gente que tem familiaridade com a plataforma e gente que não tem nenhuma (serve para você também Tiê). O prefácio foi organizado por Marcelo Tas.</p>
<p><a href="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/capa-livro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-541" src="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/capa-livro.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Créditos: Juliano Spyer é autor do livro, blogueiro e faz parte do time da Talk na área de mídias sociais. A idéia do livro surgiu e foi desenvolvida dentro da Talk a partir das dúvidas que muitas pessoas têm em entender essa ferramenta e também sobre a dificuldade de muitos tuiteiros em definir o serviço.</p>
<p>Dados do livro</p>
<p>Título: Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)<br />
- Criação: Talk Interactive<br />
- Páginas: 110<br />
- Licença: Creative Commons</p>
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		<title>Yahoo entra no filão das redes sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 13:17:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Portal brasileiro vai lançar o serviço Perfis, que agrega serviços como Flickr. Por Lucas Pretti / O Estado de S. Paulo A lista de redes sociais não pára de crescer: Orkut, MySpace, Facebook, Windows Live, Last.FM, LinkedIn, Hi5&#8230; As empresas querem mesmo convencer os usuários de que a internet se transformará em sites de “convivência” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/yahoo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-192" title="yahoo" src="http://www.repensecomunicacao.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/yahoo.jpg" alt="" width="300" height="217" /></a><em>Portal brasileiro vai lançar o serviço Perfis, que agrega serviços como Flickr.</em></p>
<p><em>Por Lucas Pretti / O Estado de S. Paulo</em></p>
<p>A lista de redes sociais não pára de crescer: Orkut, MySpace, Facebook, Windows Live, Last.FM, LinkedIn, Hi5&#8230; As empresas querem mesmo convencer os usuários de que a internet se transformará em sites de “convivência” – e o Yahoo Brasil acaba de engrossar o caldo. O portal lançou no sábado o <strong>Yahoo Eclipse</strong>, um pacotão de mudanças que, nos próximos meses, desembocará no <strong>Yahoo Perfis</strong>, mais uma rede social a disputar o gosto dos usuários brasileiros e a preferência dos anunciantes.</p>
<p>A idéia inicial é unir os perfis de diversos serviços do Yahoo numa mesma página. Pelo que prometem os desenvolvedores, será possível <strong>compartilhar as fotos do Flickr, os links do Delicious, as perguntas no Yahoo Respostas e até as conversas do Yahoo Messenger</strong>. Seria só uma reorganização do portal não fosse a característica social: os amigos também ficarão por perto, com páginas públicas e poderão trocar mensagens (o que no Orkut se disseminou com o nome de scrap).</p>
<p>Se o Yahoo está chegando “atrasado” ao mundo da internet social (o Orkut já tem mais de quatro anos, por exemplo), pelo menos já chega “completinho”. <strong>A página do Yahoo Perfis será personalizável com fotos e aplicativos</strong>. Mas nada que os outros sites também não tenham, com a desvantagem de os programinhas do Perfis não aceitarem os códigos do OpenSocial, parceria entre empresas que chegou a uma linguagem comum de programação.</p>
<p>O Yahoo até faz parte do acordo OpenSocial, mas optou por não oferecer a opção. Apesar disso, vai manter as linhas de código (APIs) abertas para quem quiser desenvolver seu próprio aplicativo e postar no site. “Tecnicamente o Yahoo Perfis não é uma rede social, mas uma mudança de atitude do portal em relação à internet”, afirma o diretor de produtos do Yahoo Brasil, Fabio Boucinhas. Ele repete exaustivamente o jargão de que o Yahoo quer ser a “porta da entrada” da internet.</p>
<p>Por trás do slogan há um conceito realmente diferente. Com o lançamento do Yahoo Eclipse, anteontem, o portal ganhou nova roupagem e <strong>passará a oferecer conteúdo inclusive de concorrentes</strong>. Desde que, explica Boucinhas, seja <strong><span style="text-decoration: underline;">“relevante”</span></strong> para o usuário do Yahoo (cerca de 3 milhões por dia). “Se algo da Globo, do Terra, do UOL ou do Google se destacar, estará na nossa home.” É discutível, claro, mas de fato uma mudança de concepção rumo à internet “aberta”.</p>
<p>Por outro lado, impossível não relacionar o novo Yahoo à crise mundial que vive a empresa com a liderança de longe do Google. A Microsoft faz e refaz ofertas, mas Jerry Yang, o CEO do Yahoo, não vende. Uma tentativa de dar identidade ao portal parece estar só agora em curso.</p>
<p>O Yahoo está querendo ser “irreverente”, segundo Boucinhas. Exemplos disso são os novos layouts diferentes do portal durante o dia e à noite e a adoção da cor roxa. Então tá.</p>
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